Um pouco de mim

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Sou uma mulher madura, que às vezes anda de balanço. Sou uma criança insegura, que às vezes usa salto alto. Sou uma mulher que balança. Sou uma criança que atura. "Martha Medeiros"

8 de fevereiro de 2011

INDEFINIÇÃO


Quando sentei no sofá da minha sala, com o note no colo, fiquei tentando arrumar inspiração para este post. E por mais que eu vasculhasse nos lugares mais escondidos, de onde guardo os meus mais puros e indecisos sentimentos, eu não consegui achar nenhum assunto que não seja: EU.
Era pra eu estar triste, deprimida, me sentindo a pessoa mais infeliz e indesejada desse Mundo. Mas não, estou tranquila, super de bem comigo. Achei que depois dessa “discussão de silêncios” e o “término do não iniciado” fosse me abalar. Não sei bem o que estou sentindo no momento. É como se nada tivesse acontecido entre nós dois, como se ele nunca tivesse existido. Porque eu realmente não sei definir essa minha tranquilidade e aceitação.
Também pode ser que eu simplesmente não queira me sentir inferior a ninguém, meu signo me descreve e eu aceito cada palavra dessa descrição. Eu sou passional, sou pavio curto, sou egocêntrica, sou “narciso”. E, sim, sou muito orgulhosa. E esse meu orgulho foi COM-PLE-TA-MEN-TE ferido e massacrado. E orgulho ferido, é o meu “calcanhar de Aquiles”.
Meus sentimentos se misturaram, é uma mistura de raiva, paixão, angustia, rancor, amor. Ahh..! Mas estou tranquila. Hoje.

17 de janeiro de 2011

DEUS FEZ O MUNDO EM 7 DIAS...


...e em 40 minutos, a chuva destruiu parte dele.
Fico imaginando se eu teria a coragem, a força, o estômago e o psicológico, que essas pessoas estão tendo, no grande desastre na Serra do Rio de Janeiro.

É tão triste e desolador esta situação em que essas pessoas, que até poucos dias atrás eram anônimas, vivem.
Nós, seres humanos, ficamos tão indignados quando um outro ser qualquer rouba a alma e/ou os bens materiais do próximo, e sempre queremos justiça, arranjar uma forma de punição. Mas e quando este “ladrão” se chama Natureza. Temos de puni-la? Ou será que essa é a punição da própria? Que cansou de ser maltratada por nós, seres vivos racionais?
Se somos tão racionais, porque sempre pensamos depois de tudo? Por que não antes de cada desastre. Talvez porque jamais iremos decifrar o que de fato a Natureza é e o que ela guarda para nós.
Não posso afirmar que isso tudo que está acontecendo seja uma vingança da Natureza. Mas talvez seja aquela mágoa que guardamos por muito tempo, e que quando ela resolve se libertar, vem como uma explosão. Sem data e nem hora marcada.
As lágrimas que saem dos meus olhos, e o aperto no meu peito é tão imensurável, que faz com que meus problemas se tornem algo feliz.
Sempre agradeci por tudo que tenho, sempre tento não me lamentar pelo que não tenho. E essas fatalidades que acontecem por ai, só faz com que eu agradeça mais ainda pela saúde que tenho, pela comida de todos os dias, pela água, pela minha casa, que mesmo não tendo nada de riquezas, está sempre em pé me abrigando nos dias de frio, de calor e de chuva.
Deus nos abençoe.

6 de janeiro de 2011

ADEUS 2010



Meu ano de 2010 não foi bem um 10, talvez um 7 ou 8, mas não 10.
Em 2010...

- Passei uma borracha em 2009;
- Me envolvi com um cara complicado;
- Me diverti com meus amigos;
- Chorei;
- Dei risadas, gargalhadas, ou simplesmente sorri;
- Estudei;
- Trabalhei;
- Encontrei novas amizades;
- Resgatei novas amizades;
- Consegui um emprego novo;
- Conheci um homem maravilhoso, me apaixonei, me iludi.. sofri.
- Fui péssima nas minhas notas, recuperei, passei de ano;
- Reencontrei meu passado, me alegrei, resisti, fui embora e não mais voltei;
- Segui meu rumo, me reergui;
- Fiquei de mal com minha melhor amiga.
- Fechei meu coração.

Meu 2010 não foi bom. Agora só me resta olhar para frente, e ao passado não voltar.

25 de dezembro de 2010

MERRY CHRISTMAS!

Que todos nós consigamos viver em harmonia não somente no dia de Natal, e sim, em todos os momentos.
FELIZ NATAL.

1 de dezembro de 2010

REALIDADE INDESEJADA


E o sonho que sonhei?
Um sonho não real.
Um sonho tão sonhado.
Vencido pela dura realidade, com um choque de acordar.
À noite envaideço, por em seus braços me encontrar.
De dia enlouqueço, pelo fato de com você, eu não estar.
E o ar que em mim entra?
São como adagas, que dilaceram meu interior.
E o que vejo?
Um caminho destruído. Rachado. Imaginário.
E o que sinto?
Apenas desespero, por não conseguir chegar ao seu coração.

By: Nazly (01/12/2010)

30 de outubro de 2010

À ESPERA DE UM MILAGRE?




Eis que estamos mais uma vez tendo de decidir o futuro do Brasil, chegou a hora de escolher quem nos representará pelo mundo, é a votação para “O Presidente” ou “A Presidente”, já que temos: pelo partido do PSDB o candidato José Serra, e pelo partido do PT a candidata Dilma Rousseff. É uma escolha bem difícil que temos de tomar, porque é uma decisão que durará pelo menos quatro anos.
Este ano, sinto que está mais difícil, não consigo me decidir pelo o que eles irão fazer para melhorar nosso Brasil, só o que vejo e ouço, são os candidatos “lutando” com suas palavras. Parece que eles estão mais preocupados em relatar o que cada um fez de errado no passado, do que em expor suas ideias para um futuro melhor. Creio que não estou sendo exagerada em dizer que: a cada dez propagandas eleitorais, de cada candidato, pelo menos nove são do tipo “Dilma ou Serra fizeram tal coisa errada no passado”. Isso não é só lamentável de se ver/ouvir, é um absurdo que uma eleição para PRESIDENTE, acabe por se tornar uma baixaria! E outra, todos sabemos que nenhum dos dois são um poço de castidade, então é uma perda de tempo eles quererem que decidamos por este fato.
Afinal, estamos em uma eleição, e isso me lembra a palavra “promessa”. Sim, aquelas promessas que é típico de uma “boa política” (hahaha...forcei bastante agora). Aquelas promessas que menos da metade são cumpridas. Aquelas promessas que já são quase que um “script”, em que nós também já decoramos. Promessas, promessas e mais promessas. É com isso que estou acostumada, infelizmente.
É triste, mas acabei por escolher meu candidato não pelo que ele fará, mas pelo que ele fez, já que foi nisso que se transformaram as campanhas feitas por estes nossos “ilustres” candidatos.
A única coisa curiosa que me chamou a atenção essa semana, foi a paixão que vi nos partidários espalhados pela capital porto-alegrense. Na Esquina Democrática (entre a avenida Borges de Medeiros e a Rua dos Andradas), e em frente ao Mercado Público, foram os pontos de encontro. Uns estavam ali mais por obrigação ou interesse do que por prazer. Mas outros defendiam seus candidatos, como se estivessem defendendo seu time de coração.
Uma cena muito engraça que vi, foi quando a nossa candidata Dilma Rousseff, esteve na Esquina Democrática: vi um homem correndo com um sorrisão dizendo que sua candidata estava por ali, alguns minutos depois vi o mesmo homem carregando a bandeira do PT, indo de encontro aos outros partidários. A impressão que tive, foi que ele era uma criança feliz por ganhar a presença de algum personagem favorito.
É isso por hoje,talvez eu tenha falado alguma bobagem, mas eu precisava comentar o que eu estou sentindo com o que acompanho pela mídia.
Boa sorte para nós eleitores, espero que a gente realmente saiba em quem estamos prestes a votar.

19 de outubro de 2010

PRATICANDO O DESAPEGO.


De que adianta ficar se lamentando? Chega de olhar para trás, pensando no porque que não deu certo. É torturante isso.

Essa semana meu pensamento está voltado para o presente, nem o passado, nem o futuro, simplesmente o presente. Que é o que eu tenho de mais real no momento.

Comecei a estagiar em uma empresa nova, onde sei que tenho espaço para evoluir. Achei que iria sentir falta do Hospital Moinhos de Vento, onde fiquei 1 ano e 11 meses, mas não. Sinto falta das amizades que construi lá, mas essas estarão comigo independente de eu não estar mais lá. Mas vamos com calma, é recém meu primeiro dia de serviço na Sociedade de Educação Ritter dos Reis.

Meu outro desapego é mais difícil e dolorido, mas tento não pensar muito nisso.

A imagem fala por si, mas quer dizer que eu estou "pintando" a minha própria caminhada.